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A quantidade de coisas no mercado oferecendo conexão com a internet aumenta a uma grande velocidade, desde celulares inteligentes até aparelhos de televisão. Projetos mais audaciosos envolvem óculos (caso do Google Glass), bicicletas e até mesmo escovas de dente. As maiores empresas do ramo de tecnologia, incluindo IBM, GE e Cisco, vêm investindo pesado em iniciativas de pesquisa e desenvolvimento da internet of things. De acordo com a Gartner, a partir de 2020 circularão mais de 26 bilhões de dispositivos além dos já tradicionais smartphones e tablets.

 

Internet das Coisas

Bem-vindo ao (futuro) presente

A internet das coisas é o conceito de objetos inteligentes que conectados à internet, coletam dados e se adaptam aos hábitos de seus usuários. Parece utópico, mas é real. Tão real que já é pauta de políticas públicas. 

Veja abaixo como essa tendência vai mudar a forma como vivemos:

O que é a Internet das Coisas?

Sistema no qual objetos são conectados por sistemas para conversarem entre si.

Como Assim? Atualmente chips, processadores e sensores estão cada vez mais baratos, versáteis e eficientes.

A Internet das Coisas é o casamento perfeito entre hardware e software a serviço do bem estar do usuário.

A Internet das Coisas converge:

Chips de conexão wireless mais baratos e eficientes, que viabilizam a conectividade de uma gama gigantesca de objetos, de escovas de dente a cadeados de bicicleta.

Aumento do uso da computação em nuvem, que significa que mais consumidores terão um lugar para armazenar todos os dados que as coisas com internet geram.

Geolocalização ultraprecisa. O avanço dessa tecnologia em smartphones vai permitir a localização física do usuário com ultraprecisão, condição necessária para algumas interações com objetos conectados.

A revolução do crowdfunding permitiu uma onda sem precedentes de inovações em hardware. Todo tipo de objeto está ficando inteligente graças a isso.

Sendo assim, a internet das coisas é muito mais que uma geladeira que permite o envio de tweets.

É uma realidade que está mobilizando empresas de tecnologia e marcas do mundo inteiro.

Basta olhar os números para entender o porquê:

Em 2008, o número de objetos conectados superou a população mundial.

Em 2013, eram mais de 13 bilhões. Em 2020, de acordo com o Cisco, serão 50 bilhões

Ainda segundo a Cisco, 10 novas coisas ficam online a cada segundo

Para 85% dos mais de 1600 especialistas entrevistados pelo instituto Pew Research sobre o assunto, em 2025 essa tecnologia será parte comum da rotina das pessoas.

Ela vai facilitar – e muito – a vida das pessoas em diversos aspectos.

Tais como:

Saúde:

monitorando a saúde dos bebês – A empresa Mimo desenvolveu uma vestimenta para bebês que envia informações em tempo real para o celular dos pais sobre  a respiração, a temperatura da pele, a posição de dormir e nível de atividade da criança.

Fraldas para idosos – fraldas inteligentes que analisam a urina de pacientes para avaliar o nível de hidratação e sinais de infecções no sistema urinário. Os dados são automaticamente enviados para o celular do cuidador via QR code.

Rastreador de insulina – O rastreador de injeções Bee+ cabe na maioria das canetas de insulina do mercado e transmite via wireless os dados da injeção de insulina do paciente para um app de smartphone.

Remédios controlados – Proteus Digital Health desenvolveu um sensor comestível que monitora se o paciente está tomando sua medicação na hora certa.

Segurança:

Capacete mais seguro – O capacete inteligente Skully ajuda a eliminar pontos-cegos usando câmeras e um HUD de 1 polegada que projeta um feed do que está à frente do motociclista, além de fornecer coordenadas de GPS.

Detector portátil de fumaça – o alarme de fumaça Nest Protect é um detector de fumaça 2 em 1 que identifica também níveis elevados de monóxido de carbono. Ele avisa quando há alterações no ar para que o usuário identifique as causas com antecedência.

Fechadura esperta – A Goji Smart lock é uma tranca de porta que detecta, fotografa e envia fotos dos visitantes para o celular do dono da casa. Também permite que a porta seja destrancada remotamente e a distribuição de chaves digitais para convidados.

Familia:

Mais presença – o Toymail é uma série de brinquedos que permite os pais manter contato com os filhos à distância. Por wi-fi, os bonecos sintonizam com o app para IOS no celular dos pais, que podem gravar e enviar mensagens de voz que são tocadas pelo brinquedo com uma voz divertida e as crianças podem responder também por meio de brinquedo.

Monitoramento familiar – o Mother, da Sense, é um sistema de monitoramento para a casa e a família. O dispositivo central se conecta à rede wi-fi da casa e a outros sensores separados para monitorar a localização dos membros da família e o uso de objetos na casa, ativando-os quando preciso.

Abraços à distância – A T.Jacket permite que pais abracem seus filhos por meio de sensores que são ativados por um app de celular. Sensores de movimento no tecido do colete enviam um alerta quando detectam ansiedade na criança, permitindo um abraço de conforto em tempo real. O app também permite ajustes na intensidade do abraço e monitora a reação de quem recebe.

Um novo tipo de realidade

Até que ponto a privacidade domiciliar será invadida pela internet das Coisas?

Como as marcas vão utilizar a internet das coisas para facilitar a vida dos consumidores – em lojas on-line, no serviço de entregas, etc?

Como as marcas poderão ajudar a melhorar a rotina das pessoas ao encontrar novos insights em meio ao grande volume de dados produzidos?

Objetos conectados significam também a necessidade de fazer upgrades constantes, Como isso vai afetar o modelo de consumo compre-use-descarte?

Se prepare.

A Internet das Coisas vai se tornar um assunto cada vez mais frequente. Milhares de empresas, de multinacionais a start ups de poucos funcionários, estão nesse momento encontrando formas de tornar objetos inteligentes cada vez mais comerciais e acessível. O Futuro já chegou!

Fonte: IInterativa.